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Consórcio ABC avalia hospital oncológico pediátrico regional

  • Foto do escritor: SBC Urgente
    SBC Urgente
  • 15 de jan.
  • 2 min de leitura

Entidade debate viabilidade técnica com especialistas e sociedade civil para implementar unidade regional de tratamento infantil


O Consórcio ABC reuniu especialistas e representantes do poder público nesta quarta-feira (14/1) para acelerar a criação de um hospital oncológico pediátrico regional. A iniciativa, tratada como prioridade para 2026, visa preencher uma lacuna assistencial crítica e ampliar o atendimento especializado a crianças e adolescentes das sete cidades.


Participaram do encontro a equipe técnica da entidade regional, médicos oncologistas, lideranças sindicais e membros do Rotary Club e da Câmara de Comércio Brasil-China. O grupo analisou o estudo de viabilidade técnica já concluído, passo fundamental para consolidar a proposta que será levada aos chefes do Executivo.


Para viabilizar o projeto, o Consórcio ABC aposta na articulação entre diferentes setores. O modelo de financiamento planejado é complexo e híbrido, combinando recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) com aportes da iniciativa privada e da sociedade civil, estratégia recorrente em centros de referência no Brasil.


Consórcio ABC articula sede na Santa Casa de São Bernardo

Um dos avanços mais significativos da reunião foi a definição do local potencial. A Santa Casa de Misericórdia de São Bernardo do Campo demonstrou intenção positiva em sediar o complexo hospitalar. Nos próximos dias, uma comitiva técnica realizará uma visita ao terreno da instituição para aprofundar o diálogo e avaliar as condições de infraestrutura.


O projeto desenhado para a região prevê uma execução em fases, permitindo o início gradual dos atendimentos. Os números iniciais do planejamento impressionam:


  • 50 leitos especializados estimados;

  • Capacidade para 200 novos casos por ano;

  • Cobertura para o Grande ABC e Baixada Santista.


A necessidade de uma estrutura dedicada é defendida por quem vive a rotina médica. O oncologista pediátrico Jairo Cartum enfatizou que o tratamento de câncer infantil exige equipes multidisciplinares e instalações específicas.


“Um hospital de oncologia pediátrica faz muita diferença. É um legado para a região e uma necessidade diante do vácuo existente hoje”, afirmou o médico.


A especialização do local impacta diretamente na agilidade do diagnóstico e, consequentemente, nas chances de cura dos pacientes.


fonte: ABC do ABC
fonte: ABC do ABC

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