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Isenção do IR: Grande ABC receberá R$ 2,54 bilhões na economia em 2026

  • Foto do escritor: SBC Urgente
    SBC Urgente
  • 12 de jan.
  • 2 min de leitura

Medida beneficia 591 mil trabalhadores na região e promete aquecer consumo e reduzir dívidas com economia média de R$ 4,3 mil por pessoa.


A isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil mensais já dita o ritmo das expectativas econômicas no Grande ABC. Dados recentes projetam que 591 mil trabalhadores da região serão beneficiados diretamente pela medida em vigor.


Essa alteração legislativa representa uma injeção de capital na ordem de R$ 2,54 bilhões por ano na economia local. O cálculo considera a economia média anual de R$ 4,3 mil por contribuinte, valor que antes era recolhido aos cofres públicos e agora permanece no bolso do cidadão.


Antes da atualização da tabela, um profissional com salário de R$ 5 mil sofria um desconto mensal de aproximadamente R$ 312. Ao final de 12 meses, o montante retido na fonte ultrapassava a casa dos R$ 4 mil.


Com a nova regra de isenção do IR consolidada, esse desconto deixa de existir. O efeito é imediato: aumento real do salário líquido disponível para as famílias da região, sem necessidade de negociação salarial com empregadores.


O efeito multiplicador na economia regional


Carlos Afonso, especialista em finanças e sócio do Grupo MCR Contabilidade e Auditoria, esclarece que a economia gerada decorre da ampliação da faixa isenta e do mecanismo de redução mensal.


“Na prática, o trabalhador passa a perceber o benefício mês a mês, com maior valor líquido depositado na conta.”


Afonso ressalta que o impacto ultrapassa o alívio financeiro individual. O dinheiro extra tende a circular rapidamente pelo comércio e serviços locais.


O trabalhador ganha poder de escolha: pode destinar os recursos para o consumo, quitar dívidas atrasadas ou iniciar uma poupança. Independentemente do destino, a isenção do IR atua como um motor para a atividade econômica do Grande ABC.


Como funciona a isenção do IR progressiva

A legislação também contempla quem recebe acima do teto de isenção total. Trabalhadores com renda situada entre R$ 5 mil e R$ 7.350 passam a contar com um redutor progressivo.


Esse mecanismo diminui o imposto devido à medida que o salário se aproxima do limite superior. A partir desse valor, volta a vigorar a alíquota cheia de 27,5%, seguindo a lógica tradicional da tabela progressiva.


Essa correção busca sanar uma distorção histórica gerada pela falta de atualização da tabela nos últimos anos. A expectativa é que, com mais dinheiro em circulação a partir de 2026, haja um fortalecimento robusto do consumo e redução do endividamento das famílias.


O cenário desenhado para o próximo ano sugere um crescimento sustentável do PIB regional, impulsionado diretamente pela nova política de isenção do IR.


fonte: portal do ABC



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