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Polícia Civil pede mais 90 dias para investigar Pablo Marçal

  • Foto do escritor: SBC Urgente
    SBC Urgente
  • 12 de jul. de 2024
  • 2 min de leitura


A Polícia Civil de Piquete, a 208 km da capital paulista, solicitou à Justiça prorrogação da investigação por suposta tentativa de homicídio privilegiado contra o pré-candidato a prefeito de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) por colocar a vida de 30 pessoas em risco durante uma escalada ao Pico dos Marins durante uma madrugada chuvosa no Vale do Paraíba. A pena vai de 6 a 20 anos de reclusão, mas é reduzida de um sexto a um terço (art. 121, parágrafo 1º, do Código Penal).


As autoridades policiais pediram nesta quinta-feira, 11, mais 90 dias para finalizar o inquérito. A dilação de prazo tem aval do Ministério Público, mas por 30 dias apenas. O caso será decidido pela Vara Única de Piquete. A reportagem procurou a assessoria do ex-coach, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. O espaço está aberto.


Durante a escalada no interior paulista, pessoas passaram mal diante das condições climáticas adversas. Marçal, à época, afirmou que não mandou ninguém subir a montanha e que cada um foi responsável pelos próprios atos. Marçal tentou junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) trancar o inquérito conduzido no interior, mas não conseguiu e a investigação continuou.


O local no Vale do Paraíba é conhecido pelo turismo montanhoso e conta com 2.420 metros de altitude. De maneira recorrente, no entanto, a Defesa Civil alerta para condições difíceis para a aventura no local. À época, o pré-candidato afirmou em postagem no instagram - que foi apagada - que aquele "foi o pior dia de nossas vidas".


No fim de junho deste ano, o Ministério Público de Piquete obteve uma autorização da Justiça para apurar se Pablo Marçal, pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, descumpriu medidas cautelares impostas a ele em janeiro de 2022 - no caso do Pico dos Marins.



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